Por que os postes em PRFV ganharam espaço
Em regiões com atmosfera agressiva, umidade elevada ou acesso difícil, o poste compósito oferece uma alternativa aos modelos de concreto e madeira. A decisão não deve considerar apenas o preço de compra: transporte, equipe de instalação, manutenção e vida útil fazem parte do custo total.
Logística e instalação
O menor peso do PRFV permite transportar mais unidades por viagem e simplifica a movimentação em locais remotos. Dependendo do projeto e das condições de campo, a instalação pode exigir uma equipe menor e reduzir a dependência de equipamentos pesados.
Durabilidade e manutenção
A matriz polimérica e o reforço de fibra de vidro não sofrem corrosão eletroquímica como materiais metálicos. A formulação da resina, a proteção UV, o acabamento e a qualidade do processo são decisivos para o desempenho em serviço. Danos localizados também podem admitir reparo quando avaliados por engenharia.
Como é fabricado um poste compósito
O fluxo industrial começa no cálculo estrutural (CAE), que define geometria, orientação das fibras e número de camadas. Em seguida, o CAM gera a trajetória e o código G. Os rovings impregnados são bobinados sobre um mandril cônico, a peça é curada e, por fim, retirada do mandril.
Ângulo de enrolamento e escolha da máquina
O ângulo de deposição influencia espessura, consumo de material e propriedades mecânicas. A arquitetura da máquina, o número de eixos, a velocidade sincronizada e o controle de tensão determinam quais trajetórias podem ser executadas com estabilidade e repetibilidade.
Engenharia integrada
Uma linha eficiente conecta cálculo estrutural, geração de trajetória, impregnação, enrolamento, cura e extração. A AUMEK desenvolve a máquina e a automação a partir do poste, do mandril, do material e da capacidade produtiva requerida.
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